Quando em 17 julho de 2009, na campanha pela eleição à Presidente da República, Fernando Collor de Melo trouxe à baila o caso de Lurian, filha do Lula, os partidos da esquerda, naquele momento, consideraram o fato uma baixaria, um golpe sujo. Nunca é golpe sujo revelar a verdadeira natureza, o caráter e a personalidade de alguém que postule a representação pública e, fundamentalmente, a representação da Nação, do povo brasileiro. De forma legal, sem constrangimentos ou ameaças, Collor conseguiu que o caso viesse à baila por vontade da ex-namorada do Lula a Sra. Miriam Cordeiro.
Nesta discussão importante sobre a ilegalidade do aborto - que defendemos -, que assim se mantenha não apenas por motivos religiosos que defendem a sacralidade da vida, não apenas pelo que assegura os direitos universais, mas por verdadeiramente acreditar na vida como o tesouro que nos foi concedido por Deus ao creditar ao corpo da mulher a missão de abrigar a vida concebida com a participação do homem. Este é o destino, a missão, a obra de um casal.
Tão comovente quanto chocante é o momento no qual Miriam Cordeiro, no quarto da maternidade e a sós com o Lula, ela transfere a filha Lurian dos seus braços para os braços do Lula, pai biológico e diz:
Toma, agora você mata!
O problema do racismo de Lula relatado pela Sra. Miriam Cordeiro não é novidade entre o povo nordestino. Entre o povo nordestino nunca houve miscigenação consentida pela sociedade e os casos - inúmeros - são resultado do período da escravatura. A miscigenação nordestina ocorreu entre indios e holandeses e franceses na escala da ocupação em relação aos Estados. Esta miscigenação, sim, tinha um certo grau de aceitação social, ainda que fora não se consumasse, historicamente, pelo matrimônio.
O nordestino verdadeiro sabe disto e os que negarem estão em desarmonia com a verdade. A união entre holandeses e índios é cantada em prosa e verso, admitida como sublime, ao contrário da união carnal entre negros e brancos europeus. ( há diferenças entre o conceito de branco europeu e ibérico ).
Nas atuais eleições, o Lula sabedor de que a vida privada de um candidato ao posto mais alto de uma Nação não pode ser varrida para detrás das cortinas, têm protegido sua candidata Dilma Rousseff contra toda a obviedade de sua história no plano da vida pessoal. Os grandes órgãos da imprensa brasileira têm se acovardado diante dos embaraços que provocarão o politicamente incorreto.
Um candidato à todos e quaisquer candidatos a cargos públicos não têm direitos quanto a sua história de vida, seus gostos ou suas práticas morais. O povo precisa saber sobre o candidato. Do contrário, não saberá para onde irá pender suas predileções morais na hora de produzir desgraças, tais como cerceamento das liberdades ou escancaramento da libertinagem que servirão de exemplos aos nossos jovens e aos adultos moralmente esgarçados.
O Partido dos Trabalhadores que trabalha nas trevas da ilegalidade e do crime pode assenhorar-se da máquina pública para invadir a privacidade e distorcê-la a seu bel-prazer contra os adversários. Isto eles acham que é permitido e lícito. Porém, se divulgar o que existe e é de conhecimento de muitos, e ampliar o conhecimento dos fatos para todos: - Não, isto não pode.
Apurar boatos, é importante. Se os boatos forem corroborados como mentiras, tanto melhor, mas se forem constatados e corroborados como verdade, mais se saberá sobre a svida do candidatos e os pontos de vista que ele defenderá em Leis e mandos ou desmandos durante sua gestão.




